SESCON-SP sedia evento da Febraban sobre educação financeira

O Instituto Febraban de Educação – entidade educacional da Federação Brasileira de Bancos, com o apoio do SESCON-SP, promoveu nesta quarta-feira, 12 de agosto, o evento “Summit – Educação Financeira – Estratégias para promover a saúde financeira do seu colaborador”.

Realizado no auditório do SESCON-SP, na sede da Capital Paulista, o encontro se propôs a disseminar uma cultura de valor e alertar as empresas para o seu potencial papel de orientadoras financeiras de seus colaboradores. Na oportunidade, o Infi lançou programas de educação financeira para auxiliar as organizações nesta missão.

A primeira mesa redonda do evento teve as participações do vice-presidente da Febraban, Alvir Hoffmann; do presidente do SESCON-SP, Sérgio Approbato Machado Júnior; do líder empresarial Fábio Barbosa e foi mediada pelo docente do Insper e Infi, Ricardo Rocha.

Ao abrir os debates, Hoffmann destacou que, como a educação de uma forma geral, a educação financeira também é deficiente no Brasil. “Um tema importante e esses conceitos precisam ser difundidos, pois o dinheiro faz parte da vida de qualquer cidadão e o equilíbrio financeiro é fundamental”, disse.

Na mesma linha, Fábio Barbosa, destacou que a desigualdade na distribuição de renda tem origem na desigualdade da distribuição da educação no Brasil. Segundo ele, a educação financeira é uma questão a ser pensada com seriedade pelas empresas, tendo em vista que o colaborador com equilíbrio nas suas contas pode estar mais motivado e engajado com os propósitos corporativos.

Já Sérgio Approbato Machado Júnior falou do papel da Contabilidade como importante instrumento de educação financeira. "É uma eficaz ferramenta de controle, que auxilia no equilíbrio entre receitas e despesas, tanto de empresas como de cidadãos", ressaltou.

O segundo debate do dia contou com as participações da educadora financeira Andyara de Santis e o diretor do Infi-Febraban, Fábio Morais.

Ao citar a estatística que aponta que cada dólar investido com educação financeira uma empresa pode poupar US$ 3 em redução de atrasos, faltas e demissões de funcionários, Andy de Santis enfatizou a área de Recursos Humanos. "Problemas financeiros afetam a energia, a motivação e o rendimento, por isso, é um assunto de RH".

"É preciso ter controle de suas finanças, contratar produtos financeiros adequadamente e utilizar o crédito de forma consciente para evitar o superendividamento", disse Fábio Morais.

Fonte: Área de Conteúdo SESCON-SP 

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